Prefeituras estão priorizando serviços na área da saúde, enquanto obras estão sendo suspensas em razão da falta de combustívelPrefeituras estão priorizando serviços na área da saúde, enquanto obras estão sendo suspensas em razão da falta de combustível
Um levantamento preliminar, realizado pela Famurs nesta quinta-feira (19/03), aponta que pelo menos 142 prefeituras gaúchas já enfrentam falta de diesel, acendendo um sinal de alerta para o funcionamento dos serviços essenciais nas cidades. O número equivale a 45% das respostas a um questionário encaminhado pela entidade aos gestores municipais. Até o momento, 315 prefeituras responderam a pesquisa.
Prefeitos estão precisando priorizar serviços na área da saúde, como o transporte de pacientes, enquanto obras e atividades que dependem de maquinário começam a ser suspensas em razão da escassez de combustível. A preocupação também se estende aos próximos dias. Caso o cenário persista, há risco de impacto em outras áreas sensíveis.
“Essa situação tende a se agravar se nenhuma medida de garantia do abastecimento for tomada. Temos o risco de que isso afete o transporte escolar e o transporte de pacientes para outras cidades. Vamos levar esses dados ao governador e reforçar a necessidade de buscarmos alternativas para garantir o pleno funcionamento dos serviços. Precisam de respostas efetivas, especialmente por parte do governo federal”, afirmou a presidente da Famurs e prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira.
